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	<title>Aquarela &#187; aprendizagem</title>
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	<description>Consultora em Pessoas</description>
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		<title>O poder da comunicação pessoal</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 17:36:11 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação intrapessoal]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Estas primeiras mensagens contribuem de forma decisiva para aquilo que eu chamo o diálogo interior. O modo como falamos conosco próprios é realmente importante, porque se torna a base da nossa palavra falada. Estabelece a atmosfera mental em que funcionamos e que atrai a nós às experiências. Se nos diminuirmos, a vida vai significar muito pouco para nós. Se amarmos e tivermos apreciação por nós próprios, então, a vida poderá ser uma maravilhosa dádiva de alegria&#8221;.(1)</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo interior é a linguagem que não é exteriorizada, é estabelecida conosco próprios, neste sentido, é intrapessoal, pois cria a realidade. Esta realidade pode ser boa ou má, rica ou pobre, bonita ou feia, grande ou pequena, conforme a predisposição mental, ou seja, as ideias, pensamentos e atitudes perante as próprias pessoas e o mundo que nos rodeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, a linguagem cria a realidade, pois o ser humano é o resultado da aprendizagem que obtém enquanto membro da sociedade e ao mesmo tempo construtor da própria realidade, enquanto elemento mais ou menos ativo dessa realidade construída.</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras proferidas por alguém constroem a realidade, neste sentido, a realidade é formada por toda a complexidade de ideias e pensamentos, que dependendo da sua persistência e consistência ou não, transformam-se em atitudes e comportamentos &#8220;criadores&#8221; da realidade de cada um e da sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra falada constitui por si mesma, um verdadeiro poder, pois ela é a base de tudo o que de forma continuada se imagina, se projeta e se cria, quer na mente, quer na realidade. Dito de outra forma, a realidade é construída pelas palavras que transportam em si verdadeiro significado, capaz de transformar obstáculos em oportunidades e fraquezas em verdadeiras forças capazes de mudar o rumo da história.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Há alturas em que pessoas parvas dizem coisas absurdas, e, se lhes responder, só vai fazer figura de parvo. O melhor a fazer é morder a língua e deixar que os seus ataques passem sem o atingir. Existem igualmente ocasiões em que alguém o deitou ao tapete e, então, terá de se levantar e contra-atacar. Mas, na maioria das vezes, deve esperar. Escolha a ocasião. Defenda a sua posição na altura que for melhor para si e não para o outro&#8221;.(2)</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, a eficácia da comunicação verbal reside essencialmente, na escolha das palavras certas, colocadas no local certo, com as circunstâncias apropriadas, com as pessoas certas, pois a verdadeira eficácia está na conjugação destes fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além destes fatores, contribuem em grande medida, o tom de voz e a fisiologia, pois, como vimos, as palavras representam apenas 7% da comunicação eficaz. Assim, podemos afirmar que a comunicação eficaz está na verdadeira conjugação dos fatores intrínsecos ao comunicador, bem como, aos fatores extrínsecos, tais como &#8211; Quem?, Onde?, Como? e A quem?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As pessoas de maior sucesso sabem que custa muito menos desarmar os adversários do que travar batalha com eles. E é muito fácil. Muitas vezes, numa crise ou uma situação de confronto, para vencer basta uma frase oportuna ou elegante. Seguem-se quatro formas de comunicar a sua posição sem ser autoritário e sem ofender as pessoas:<br />
&#8220;&#8230; Compreendo o seu problema&#8230;&#8221;.<br />
&#8220;&#8230;Concordo, mas&#8230;&#8221;.<br />
&#8220;&#8230;Ria consigo mesmo antes que os outros o façam&#8230;&#8221;.<br />
&#8220;&#8230; Culpe a cadeira&#8230;&#8221;.(3)</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, aceitar os pontos de vista alheios, bem como, esforçar-se por compreendê-los, é um passo importante para estabelecer relações de empatia e ser aceite pelos outros. Este procedimento serve para unir esforços, no sentido da resolução de problemas e acalmar ânimos exaltados.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto que contribui para a compreensão e aceitação dos diferentes pontos de vista tem a ver com a concordância com outra forma de pensar ou agir, como por exemplo: &#8220;Compreendo a sua posição, mas&#8230;&#8221;, Todavia esta posição não implica que se deixe de demonstrar a sua posição pessoal sobre essas matérias.</p>
<p style="text-align: justify;">A aceitação das características fisiológicas e psicológicas das próprias pessoas, bem como, o constante aperfeiçoamento quer ao nível pessoal, quer ao nível profissional, contribuem decisivamente para a autoanálise e autocrítica que é um fator decisivo para que as pessoas se possam autoafirmar, pois conhecem melhor os seus defeitos e as suas virtudes, e assim, antes de serem gozadas pelos outros, gozam consigo próprias, defendendo e demonstrando as suas posições, sendo estas aceitas pelos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A despersonalização das pessoas nas diversas situações contribui, em grande medida, para o sucesso comunicacional, pois atribuir culpas às pessoas serve apenas para construir barreiras e conflitos entre as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando alguém mente para nós, ficamos arrasados e nossa alma se entristece. Por outro lado, a cultura da veracidade e da fidelidade à palavra é grata e inspiradora: um peso parece desaparecer de nossos ombros; a intoxicação cede lugar à saúde; a alegria e a confiança prevalecem; e nossa estima pelos colegas e o trabalho cresce no nosso coração&#8221;.(4)</p>
<p style="text-align: justify;">As mentiras e a falsidade podem dar a impressão ou a sensação de que, desta forma, se resolve rapidamente todo o tipo de comunicação pessoal e profissional quer no mundo empresarial, quer no estabelecimento de relações interpessoais. Todavia é, precisamente, na imprecisão de informações e comunicações, que apresentadas de forma escrita ou falada, surgem os grandes conflitos, que apenas servem para dificultar a vida em sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A comunicação da verdade em detrimento da mentira, conduz à manutenção do bem-estar, da liberdade de consciência, bem como, à alegria das pessoas que transportam em si, ideias, pensamentos e atitudes confiantes, verdadeiras e transparentes que libertam o corpo e a alma.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, podemos observar que a comunicação congruente e verídica é favorável à conquista da confiança e empatia dos restantes interlocutores, sendo um dos fatores imprescindíveis para o sucesso pessoal e profissional, pois, contribui para a compreensão mútua.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É fácil falar sobre veracidade, mas é mais difícil introduzir a prática e é o começo. Inclui um exercício simples no final do capítulo, destinado a encorajar equipes a começar a dizer a verdade e a se sentir por fim à vontade com essa prática cotidiana. Pode ser uma equipe de trabalho, um comité ou sua própria família&#8221;.(5)</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, comunicar a verdade, deve constituir um objetivo, um compromisso, um plano a ser cumprido, no sentido de construir relações duradouras e contribuir para a construção de uma vivência social mais justa e duradoura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia:</strong><br />
(1) HAY L. Louise, O poder está dentro se si, Editora Pergaminho, 1ª edição, Cascais, 2000, p.33.<br />
(2) MCCORMACK, Mark. H., A arte de comunicar passo a passo, Ed. Europa-América, Mem Martins, 1997, p. 80.<br />
(3) idem, p. 83.<br />
(4) SECRETAN, Lance H. K., Um nível acima, Ed. Pensamento &#8211; Cultrix Lda, São Paulo, 1997, p. 75.<br />
(5) SECRETAN, Lance H. K., Um nível acima, Ed. Pensamento, Cultrix Lda, São Paulo, 1997, p.77.</p>
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		<title>Como anda o meu copo?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 17:34:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Carreira & Sucesso]]></category>
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		<category><![CDATA[crescimento profissional]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós seres humanos, de alguma forma buscamos alcançar a autorrealização, e é claro que a nossa vida profissional está inserida neste contexto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para algumas pessoas, atingir o último patamar da pirâmide de Maslow não é nada fácil, já que a insatisfação profissional é algo bastante presente. O que muitos, custam a compreender é que esta insatisfação profissional, geralmente é ocasionada pelo próprio profissional, que de alguma forma permitiu-se ser picado pelo o que podemos chamar de o &#8220;mosquitinho da estagnação&#8221;, inseto que é facilmente atraído por água parada.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos profissionais passam grande parte da vida tentando alcançar objetivos que foram traçados no início da carreira, é como se trabalhassem em prol de encher um copo, e isso é bastante louvável, desde que compreendam que encher o copo não é o fim da carreira. Pelo contrário, quando isso acontece é nos dada uma oportunidade de dar início a uma nova fase.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao olhar para um copo cheio de água (vida profissional) podemos ter uma leve sensação de dever cumprido, pois a primeira coisa que percebemos é que não há espaço em seu interior para mais nada, e ainda que quiséssemos acrescentar algo o mesmo transbordaria, sendo assim: o que fazer quando o nosso copo está cheio?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Temos algumas poucas opções:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estagnar &#8211; </strong>Podemos optar por não nos movimentar e nos manter inertes, sem qualquer evolução ou progresso. No entanto, não podemos nos esquecer de que, mesmo uma água limpa e bastante saudável, não pode ficar parada por muito tempo, de forma que, em algum momento a mesma terá que ser descartada e ninguém merece ser acusado e culpado de descartar o inutilizável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esvaziá-lo -</strong> Podemos esvaziá-lo e enchê-lo novamente, porém precisamos estar cientes de que quando esvaziamos um copo cujo conteúdo, para nós é importante, não só desperdiçaremos o seu conteúdo, como também todo o trabalho e tempo investidos para enchê-lo. Sem contar na monotonia ao qual seremos submetidos, ao realizarmos um trabalho altamente repetitivo. Entraremos na dança do enche e esvazia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Deixá-lo transbordar -</strong> Podemos diariamente inserir conteúdo em seu interior, mesmo sabendo que não há espaço, deixamos transbordar. É o momento em que começamos a ultrapassar limites e desenvolver um trabalho totalmente ineficaz. Sem perceber, tornarmo-nos profissionais impetuosos com comportamentos totalmente coléricos que contaminam o ambiente de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Encher novos copos -</strong> Podemos simplesmente continuar, certos de que, novos copos estão à nossa inteira disposição, esperando para serem preenchidos. É optar por continuar, de maneira eficiente e altamente produtiva, mantendo as perspectivas como profissionais e principalmente, a satisfação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ter a compreensão de que não podemos nos comportar como se já estivéssemos chegado ao ápice das nossas carreiras. Onde estão os nossos projetos? Onde estão os nossos sonhos? Será que estão esquecidos dentro de alguma gaveta por aí?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando permitimos estagnar, esvaziar o copo ou até mesmo transbordá-lo, automaticamente, concordamos em ficar para trás. Estamos cercados de profissionais que diferente de nós; sonham, planejam, trabalham, enchem seus copos e logo procuram outros copos para encherem. Novos profissionais chegam ao mercado de trabalho, cheios de energias e convictos de que existem muitos copos esperando por eles. Profissionais que estão simplesmente aguardando uma oportunidade para mostrar todo o seu talento, disposição e potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando devo parar de encher o meu copo? Acredito que no momento em que decidimos parar de trabalhar, do contrário, enquanto optarmos por uma vida profissional ativa, devemos ter sempre em mente, a preocupação em dar o nosso melhor, pois a nossa jornada continua. O trabalho deve ser desenvolvido com excelência, certos de que ainda temos um dever a cumprir, não somente com a empresa, ou até mesmo com o nosso líder, mas com nós mesmos, afinal de contas, não basta começar bem, temos que terminar bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos seguir, compartilhando o nosso conhecimento, deixando os copos cheios para traz. Quando dividimos o nosso conhecimento crescemos, evoluímos e construímos o nosso legado, afinal de contas, é o momento da Gestão do Conhecimento (KM Knowledge Management), onde saber muito, não significa maior poder de competição. Onde todo conhecimento existente na empresa, nas pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, pertence também à organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Copos de grandes profissionais não transbordam e muito menos precisam ser esvaziados. E você? Como anda o seu copo?</p>
<p style="text-align: justify;">
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