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	<title>Aquarela &#187; crescimento profissional</title>
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	<description>Consultora em Pessoas</description>
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		<title>Como anda o meu copo?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 17:34:09 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Carreira & Sucesso]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos nós seres humanos, de alguma forma buscamos alcançar a autorrealização, e é claro que a nossa vida profissional está inserida neste contexto. Para algumas pessoas, atingir o último patamar da pirâmide de Maslow não é nada fácil, já que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós seres humanos, de alguma forma buscamos alcançar a autorrealização, e é claro que a nossa vida profissional está inserida neste contexto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para algumas pessoas, atingir o último patamar da pirâmide de Maslow não é nada fácil, já que a insatisfação profissional é algo bastante presente. O que muitos, custam a compreender é que esta insatisfação profissional, geralmente é ocasionada pelo próprio profissional, que de alguma forma permitiu-se ser picado pelo o que podemos chamar de o &#8220;mosquitinho da estagnação&#8221;, inseto que é facilmente atraído por água parada.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos profissionais passam grande parte da vida tentando alcançar objetivos que foram traçados no início da carreira, é como se trabalhassem em prol de encher um copo, e isso é bastante louvável, desde que compreendam que encher o copo não é o fim da carreira. Pelo contrário, quando isso acontece é nos dada uma oportunidade de dar início a uma nova fase.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao olhar para um copo cheio de água (vida profissional) podemos ter uma leve sensação de dever cumprido, pois a primeira coisa que percebemos é que não há espaço em seu interior para mais nada, e ainda que quiséssemos acrescentar algo o mesmo transbordaria, sendo assim: o que fazer quando o nosso copo está cheio?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Temos algumas poucas opções:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estagnar &#8211; </strong>Podemos optar por não nos movimentar e nos manter inertes, sem qualquer evolução ou progresso. No entanto, não podemos nos esquecer de que, mesmo uma água limpa e bastante saudável, não pode ficar parada por muito tempo, de forma que, em algum momento a mesma terá que ser descartada e ninguém merece ser acusado e culpado de descartar o inutilizável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esvaziá-lo -</strong> Podemos esvaziá-lo e enchê-lo novamente, porém precisamos estar cientes de que quando esvaziamos um copo cujo conteúdo, para nós é importante, não só desperdiçaremos o seu conteúdo, como também todo o trabalho e tempo investidos para enchê-lo. Sem contar na monotonia ao qual seremos submetidos, ao realizarmos um trabalho altamente repetitivo. Entraremos na dança do enche e esvazia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Deixá-lo transbordar -</strong> Podemos diariamente inserir conteúdo em seu interior, mesmo sabendo que não há espaço, deixamos transbordar. É o momento em que começamos a ultrapassar limites e desenvolver um trabalho totalmente ineficaz. Sem perceber, tornarmo-nos profissionais impetuosos com comportamentos totalmente coléricos que contaminam o ambiente de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Encher novos copos -</strong> Podemos simplesmente continuar, certos de que, novos copos estão à nossa inteira disposição, esperando para serem preenchidos. É optar por continuar, de maneira eficiente e altamente produtiva, mantendo as perspectivas como profissionais e principalmente, a satisfação profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ter a compreensão de que não podemos nos comportar como se já estivéssemos chegado ao ápice das nossas carreiras. Onde estão os nossos projetos? Onde estão os nossos sonhos? Será que estão esquecidos dentro de alguma gaveta por aí?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando permitimos estagnar, esvaziar o copo ou até mesmo transbordá-lo, automaticamente, concordamos em ficar para trás. Estamos cercados de profissionais que diferente de nós; sonham, planejam, trabalham, enchem seus copos e logo procuram outros copos para encherem. Novos profissionais chegam ao mercado de trabalho, cheios de energias e convictos de que existem muitos copos esperando por eles. Profissionais que estão simplesmente aguardando uma oportunidade para mostrar todo o seu talento, disposição e potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando devo parar de encher o meu copo? Acredito que no momento em que decidimos parar de trabalhar, do contrário, enquanto optarmos por uma vida profissional ativa, devemos ter sempre em mente, a preocupação em dar o nosso melhor, pois a nossa jornada continua. O trabalho deve ser desenvolvido com excelência, certos de que ainda temos um dever a cumprir, não somente com a empresa, ou até mesmo com o nosso líder, mas com nós mesmos, afinal de contas, não basta começar bem, temos que terminar bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos seguir, compartilhando o nosso conhecimento, deixando os copos cheios para traz. Quando dividimos o nosso conhecimento crescemos, evoluímos e construímos o nosso legado, afinal de contas, é o momento da Gestão do Conhecimento (KM Knowledge Management), onde saber muito, não significa maior poder de competição. Onde todo conhecimento existente na empresa, nas pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, pertence também à organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Copos de grandes profissionais não transbordam e muito menos precisam ser esvaziados. E você? Como anda o seu copo?</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Socorro, não tenho sucesso!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 17:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento profissional]]></category>
		<category><![CDATA[estilo de liderança]]></category>
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		<description><![CDATA[O sucesso não decorre de sorte, como nos lembra o jargão popularíssimo que indica a lua como elemento imprescindível para que ele ocorra. Ainda que o fator sorte possa concorrer, não é o essencial, muito menos o sucesso acontece aleatoriamente. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O sucesso não decorre de sorte, como nos lembra o jargão popularíssimo que indica a lua como elemento imprescindível para que ele ocorra. Ainda que o fator sorte possa concorrer, não é o essencial, muito menos o sucesso acontece aleatoriamente. Se nos detivermos em analisar casos de sucesso e insucesso ou procurarmos na literatura disponível, teremos que o sucesso contém multifacetários fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">Napoleon Hill, para escrever o livro &#8220;A Lei do Triunfo&#8221; , pesquisou, entrevistou e estudou a vida de nada mais, tampouco menos, seis mil pessoas de sucesso no mundo. Contratado pelo empresário norte americano Andrew Carnegie, no início do século 20, Napoleon Hill recebeu a missão de descobrir o que as pessoas de sucesso tinham em comum. Após 20 anos de trabalho duro, seus estudos culminaram com o livro que recomendo e considero como leitura obrigatória sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as personalidades estudadas, figuram ícones como Henry Ford, Graham Bell, Tomas Edson e outros famosos, bem como incluiu também pessoas comuns, que não se tornaram famosas como os citados, mas que obtiveram sucesso em suas carreiras ou em suas vidas simplesmente, assim como donas de casa que de alguma forma obtiveram sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Napoleon observou e concluiu que havia 16 leis, como ele denominou, mas que podemos traduzir para 16 atitudes ou comportamentos, comuns nas pessoas de sucesso, ainda que estas não houvessem se preparado, tivessem o conhecimento ou imaginassem que tais atitudes fossem as responsáveis pelo sucesso que alcançaram.</p>
<p style="text-align: justify;">- A primeira lei, ou Master Mind respeitando os ensinamentos de Napoleon, determina a &#8220;Associação com pessoas com o mesmo perfil de pensamento&#8221;, ou seja, todas as pessoas de sucesso associaram-se a outra que pensavam de forma semelhante. Concluindo que o sucesso não decorre de forma solitária.</p>
<p style="text-align: justify;">- A segunda lei de da lei maior &#8220;Lei do Triunfo&#8221;, perpetuada em livro, nos ordena que devemos ter o &#8220;objetivo principal definido&#8221;. Continuando nossa reflexão sobre o sucesso e os estudos de Hill, tal lei resume-se em uma palavra bem contemporânea e repetida a exaustão pelos gestores: foco. Participando de um inesquecível treinamento há alguns anos atrás, o palestrante fez uma analogia para ilustrar o que significa foco; uma criança quando começa a andar, ela vai em direção à mãe, absolutamente focada, do contrário perderia o equilíbrio e cairia antes de atingir seu objetivo principal. É importante salientar que a palavra foco, traz em seu bojo inúmeros detalhes, como planejamento, organização e persistência.</p>
<p style="text-align: justify;">- Hill considerou como a terceira lei &#8220;o confiança em si próprio&#8221; como um dos pontos em comum encontrados na trajetória das pessoas de sucesso. A confiança inabalável em você, nas suas atitudes e no que pretende, irá inibir desvios desastrosos do seu foco. Até porque quando compramos um produto de alguém, seja ele palpável ou não, compramos primeiro a credibilidade neste produto, embalada no comportamento de quem o apresenta.</p>
<p style="text-align: justify;">- A quarta lei é bem racional e fria e pode ser uma das mais importantes: a &#8220;economia&#8221;. Sem cumprir um mínimo de boa administração do dinheiro envolvido, nenhum empreendimento criará as raízes necessárias para o seu fortalecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">- A quinta lei é a &#8220;iniciativa e liderança&#8221;. Consideramos que esta faz parte das características naturais das pessoas de sucesso. As pessoas podem até serem treinadas e melhorarem suas tomadas de decisão, mas se tais elementos não forem integrantes de sua personalidade, acreditamos que é melhor fazer parte de uma equipe de sucesso como comandado, do que se aventurar em comandar ou empreender um negócio sem estas qualidades, pois o sucesso é um corpo que exige uma cabeça para direcioná-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Continuando a seguir Hill, encontramos a &#8220;imaginação&#8221;, como a sexta lei que define o sucesso das pessoas. É comum ouvirmos que devemos pensar fora da caixa, isto é imaginar além do óbvio. Extrapolar o lugar comum nos remete ao diferencial necessário para que nosso produto ou empreendimento se destaque da mesmice e alce voos mais altos.</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8220;Entusiasmo&#8221; é a sétima lei da Lei do Triunfo. Sem o magnetismo contagiante que resulta dos entusiastas de plantão, qualquer pretensão passa despercebida do público que se pretende atingir. Além disto, o entusiasmo nos dá a energia necessária para continuar e nos torna mais persistentes.</p>
<p style="text-align: justify;">- Como oitava lei, Napoleon Hill, descobriu que o &#8220;autocontrole&#8221; dos estudados foi determinante. Mas o que podemos entender como autocontrole? Na nossa análise, temos que é a capacidade de afastar tudo o que possa interferir em nossas metas. Isto inclui controlar nossos impulsos para comprar, falar, agir e até sentir. Quem quer ter sucesso, deve permanecer sempre alerta, pois a exteriorização de qualquer descontrole pode ser fatal ou atrasar em preciosos anos nossos objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">- A nona lei nos parece muito familiar, no mundo corporativo, o &#8220;hábito de fazer mais que a obrigação&#8221; é o que diferencia normalmente os colaboradores de sucesso. Há pessoas incapazes de fazer além do que lhe foi imposto. Mas estas são as primeiras a sentir inveja e a questionar seus pares que se destacam, recebem promoções e crescem em suas carreiras.</p>
<p style="text-align: justify;">- Em décimo primeiro lugar, figura o &#8220;pensar com exatidão&#8221;; a nós exprime a mesma sensação de que é necessário ter foco, como anteriormente mencionamos. Não é tarefa fácil a décima segunda lei de Hill, &#8220;Concentração&#8221;. A velocidade do mundo moderno, das mudanças e do aprendizado constante, nos tira a concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">- A capacidade de &#8220;cooperação&#8221; é de extrema importância para o bom andamento de nossas metas. Nela reside vontade de ajudar as pessoas que nos cercam indistintamente. As pessoas solícitas por natureza têm muito mais facilidade em obter ajuda do que aquelas que se desviam de qualquer solicitação do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">- Paradoxalmente, Hill determina o &#8220;fracasso&#8221; como a décima quarta lei necessária para o sucesso. Você diria, mas como assim? Segundo os estudos de Hill, as pessoas de sucesso, em algum momento fracassaram e isso não as derrubou, pelo contrário o fracasso momentâneo faz dos determinados por excelência, analisarem os motivos do seu fracasso e a corrigirem suas rotas.</p>
<p style="text-align: justify;">- A penúltima lei para quem pretende chegar ao sucesso é a &#8220;tolerância&#8221;. Ser tolerante com os fatos e as pessoas que nos aflige, nos torna mais felizes, nos proporciona maior capacidade de análise das coisas que não queremos que se repita em nossas vidas, mas principalmente não nos tira a energia para manter e reforçar as outras atitudes que nos projeta a frente.</p>
<p style="text-align: justify;">- Por fim, Napoleon Hill, nomeou &#8220;Fazer aos outros aquilo que quer que seja feito a você mesmo&#8221; como a &#8220;regra de ouro&#8221; para o sucesso. Se esta fosse à máxima na rotina de todas as pessoas, imagine como seria o mundo! Mas como eu sou? O que faço para reprimir as atitudes e os comportamentos negativos e maximizar os bons? Temos uma resposta muito simples: conhece- te melhor e tenha a coragem de se autogerenciar, modificando aquelas atitudes que possam minar seus planos de sucesso.</p>
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