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	<title>Aquarela &#187; LinkedIn</title>
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		<title>10 fatores que contribuem com o processo de feedback</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2014 18:02:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #505050;"><a href="http://www.aquarelaconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2014/07/feedback_novo.jpg"><img class="size-full wp-image-304 alignleft" src="http://www.aquarelaconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2014/07/feedback_novo.jpg" alt="feedback_novo" width="520" height="404" /></a>Tornou-se fato que o processo de feedback é uma ferramenta valiosa para a Gestão de Pessoas, afinal permite que o líder chegue ao liderado e apresente, de forma construtiva, tantos os pontos fortes quanto aqueles que precisam ser aprimorados. Isso, permitirá que o profissional apresente uma melhor entrega de resultados à organização e, consequentemente, com uma melhoria de performance tenha reais chances de ascensão interna. Contudo, para que o feedback tenha sucesso, é preciso que a liderança adote determinadas posturas. Vejamos abaixo, algumas delas.</p>
<p style="color: #505050;">1 &#8211; Não é suficiente apenas que o líder esteja preparado para dar o feedback. É preciso que a equipe também esteja preparada para participar do processo ou, caso contrário, a interpretação pode ser vista como uma &#8220;caça às bruxas&#8221;. É preciso que todos os talentos sejam preparados e compreendam a essência do processo antes que o mesmo seja aplicado.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>2 &#8211; </strong>O feedback deve ser apresentado como um instrumento de mudanças que levará ao desenvolvimento. Isso porque ele sempre mexerá na zona de conforto das pessoas e quando isso acontece, os indivíduos tendem a apresentarem resistência às inovações.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>3 &#8211; </strong>Não permita que a &#8220;rádio peão&#8221; seja a primeira a dar a notícia sobre o processo de feedback. A informação deve chegar às equipes a partir das lideranças que são fontes seguras. Se os ruídos tomarem conta dos corredores e deturparem a essência do feedback, o êxito do processo pode ser comprometido antes mesmo de ser iniciado, uma vez que as pessoas já poderão ter formado uma opinião sobre ele.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>4 -</strong> O feedback precisa ser um processo contínuo, ou seja, não deve ser dado uma única vez e esquecido. Se isso ocorrer, melhor nem começar. A liderança deve ter em mente que através do feedback, por exemplo, surge um processo de desenvolvimento individual que culmina que permite o talento apresentar resultados expressivos e um futuro promissor na carreira.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>5 -</strong> E esse é outro ponto relevante do feedback: o líder deve estar sempre disposto a rever metas, estratégias traçadas. Isso porque, durante o processo podem ocorrer variáveis que apontem que o caminho inicial não é o mais indicado para o desenvolvimento do talento e tampouco para a obtenção de resultados satisfatórios. Diante disso, a flexibilidade deve estar sempre presente ao processo.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>6 -</strong> A forma como o convite é feito para realizar o feedback é outro ponto relevante para o processo. O líder não deve chegar ao liderado e dizer &#8220;Fulano, quero falar com você no final do dia!&#8221;, de forma ríspida. É muito mais simpático que ele chegue para a pessoa e fale &#8220;Fulano, no final do dia, dá uma passadinha às 16 horas na minha sala. Quero trocar umas ideias contigo. Pode ser?&#8221;. Certamente, o convite será bem mais receptivo e a pessoa não ficará imaginando &#8220;abobrinhas&#8221;.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>7 &#8211; </strong>Para que o feedback ocorra é preciso que esse seja realizado em um local apropriado, sem que exista a interferência de terceiros. Imagine a situação: a pessoa recebendo feedback do gestor, tendo seus pares por perto para escutar o que está sendo acordado, detalhado sobre o futuro daquele profissional. Certamente, você não se sentiria satisfeito em participar de uma situação semelhante a essa.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>8 -</strong> O líder nunca deve chegar para dar um feedback se estiver de cabeça quente. Isso mesmo, se por algum motivo a liderança não estiver em condições de realizar o feedback porque se encontra em um momento emocional não propício, certamente isso influenciará negativamente o processo. O melhor é transferir a conversa para um momento mais calmo.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>9 -</strong> A liderança sempre deve ter em mente que o feedback é um processo de &#8220;mão dupla&#8221;, onde tanto o líder deve se expressar quanto o liderado deve ter a vez para falar. O que não pode acontecer é o gestor chegar para o membro da sua equipe e apresentar uma gama de informações sobre o desempenho e o que a empresa espera daquele profissional e &#8220;ponto final&#8221;. Os dois lados precisam se manifestar democraticamente para que se chegue a um denominador comum.</p>
<p style="color: #505050;"><strong>10 -</strong> O processo deve ser concluído com algo positivo sobre a atuação do liderado. Imaginemos a situação: a liderança chega apenas para destacar os pontos falhos do liderado e esquece-se de citar algo de bom que ele venha realizado no dia a dia. Imagine como esse profissional se sentirá ao final do processo. No mínimo pensará que &#8220;Não sirvo para essa equipe, para essa empresa. Tenho que achar outro lugar&#8221;.</p>
<p style="color: #505050;">Fonte: RH.com.br</p>
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